Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Vida de José | Programa Divino de saúde para a humanidade — Vol. 91 nº 1 e 2 (Janeiro – Junho 2015)

Vivemos numa era de perversidade sem precedentes. A Bíblia acertadamente compara nossos dias aos de Noé. Seres humanos comem e bebem, casam-se e dão-se em casamento sem levar em consideração um juízo futuro. Todavia,  os juízos de Deus estão caindo ao nosso redor, advertindo-nos sobre uma crise iminente.

Rodeado por um grau similar de impiedade e mundanidade, José viveu uma vida pura e santa. A maior parte dela foi passada no Egipto, a nação mais importante de sua época. Passou por várias circunstâncias desfavoráveis, mas foi fiel onde quer que fosse chamado. Sua vida de fidelidade em meio a ambientes difíceis e probantes é um exemplo para nós.

“José esteve sujeito especialmente às tentações que acompanham grandes mudanças no destino. Na casa paterna, uma criança mimada; na casa de Potifar, escravo, depois confidente e companheiro, homem de negócios, educado pelo estudo, pela observação e pelo contacto com os homens; no calabouço de Faraó, prisioneiro do Estado, condenado injustamente, sem esperança de reivindicação ou perspectiva de libertação; chamado em uma grande crise para dirigir a nação – o que o habilitou a preservar sua integridade? […]

A vida pura e simples de José, como um pastorzinho guiando os rebanhos de seu pai, favorecera o desenvolvimento não só da capacidade física, mas também da mental. Em comunhão com Deus por meio da natureza e do estudo das grandes verdades transmitidas como um sagrado legado de pai a filho, adquiriu ele vigor mental e firmeza de princípios. […]

Lealdade para com Deus, fé no Invisível, foram a âncora de José.” — Educação, pp. 51-54.

José se provou fiel onde quer que fosse chamado, estivesse ele em adversidade ou prosperidade. Deus permitiu que grandes provas viessem sobre ele, e embora o caminho fosse acidentado e longo, José foi fiel até o fim. Pelo estudo de sua vida, veremos como também nós podemos ser vencedores. José foi um tipo de Cristo, especialmente no modo como enfrentou a adversidade.

José foi recompensado por sua fidelidade. Foi escolhido primeiro-ministro do Egipto. Depois de sua morte, duas porções dentre as doze tribos lhe foram dadas [à sua descendência] (Ezequiel 47:13). As doze tribos são especificamente mencionadas por João ao descrever os 144 mil. Este grupo de remidos é representado pelas doze tribos de Israel, e José e um de seus filhos estão ambos aí incluídos (Apocalipse 7:4-8).

“A história de José […] . uma ilustração daquilo que Ele [Deus] fará pelos que se entregam a Ele, e que de todo o coração procuram cumprir-Lhe o propósito.

[…]

Mas um carácter tal não é obra do acaso; nem se deve a favores e concessões especiais da Providência. Um carácter nobre é o resultado da disciplina própria, da sujeição da natureza inferior à superior – a renúncia do eu para o serviço de amor a Deus e ao homem.” — Ibidem, p. 57.

Departamento de Escola Sabatina da Conferência Geral


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