Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Uma mensagem de vida e morte

Onde não há grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, servo ou livre; mas Cristo é tudo em todos (Colossenses 3:11).

Como povo, nos encontramos em perigo de proclamar a mensagem do terceiro anjo de maneira tão imprecisa que não impressione as pessoas. […] Nossa mensagem é de vida e morte, e devemos mostrá-la tal como é: o grande poder de Deus. O Senhor, então, a tornará eficaz. Temos que apresentá-la com toda a sua poderosa força. — Carta 209, 1899.
Satanás ideou um estado de coisas por cujo meio a proclamação da terceira mensagem angélica será detida. Devemos acautelar-nos de seus planos e métodos. Não deve haver enfraquecimento da verdade nem camuflagem da mensagem para este tempo. A mensagem do terceiro anjo deve ser fortalecida e confirmada. O capítulo dezoito do Apocalipse revela a importância de apresentar a verdade, não de maneira acanhada, mas com ousadia e autoridade. […] Tem havido muito rodeio na proclamação da terceira mensagem angélica. Não tem a mensagem sido proclamada com a clareza e nitidez com que deveria ter sido. — Manuscrito 16, 1900.
Cristo apresentou os princípios da Lei de Deus de maneira direta, convincente, mostrando aos Seus ouvintes que haviam negligenciado o cumprimento desses princípios. Suas palavras eram tão claras e precisas que os ouvintes não acharam oportunidade para zombar nem rejeitar. — The Review and Herald, 13 de setembro de 1906.
Aos gentios, ele [Paulo] pregou a Cristo como sua única esperança de salvação, mas não teve, a princípio, coisa alguma definida que dizer quanto à Lei. Mas depois que o coração deles foi alegrado com a apresentação de Cristo como o dom de Deus ao nosso mundo, e com o que estava incluso na obra do Redentor ao fazer o sacrifício de alto preço para manifestar o amor de Deus ao homem, mostrou com a mais eloquente simplicidade esse amor a toda a humanidade — tanto judeus quanto gentios — para que fossem salvos por meio da entrega do coração a Ele. Assim, quando, comovidos e dominados, se entregaram ao Senhor, ele apresentou a Lei de Deus como prova de sua obediência. Era esta a maneira de ele agir — adaptava seus métodos para ganhar almas. — Special Testimonies, Série A, vol. 6, p. 55.

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