“E também lhes dei os Meus sábados, para que servissem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu Sou o Senhor que os santifica (Ezequiel 20:12).”
Quando o Senhor libertou o Seu povo de Israel do Egito e lhes entregou Sua Lei, Ele os ensinou que pela observância do sábado deviam ser distinguidos dos idólatras. Isto foi o que fez a distinção entre aqueles que reconhecem a soberania de Deus e aqueles que recusam aceitá-lO como seu Criador e Rei. “É um sinal entre mim e os filhos de Israel para sempre”, disse o Senhor. “Guardarão pois o sábado os filhos de Israel, celebrando o sábado nas suas gerações por concerto perpétuo” (Êxodo 31:17 e 16).
Como o sábado era o sinal que distinguia Israel quando saíram do Egito para entrar na Canaã terrestre, assim é o sinal que agora distingue o povo de Deus ao saírem do mundo para entrar no descanso celestial. O sábado é um sinal do relacionamento existente entre Deus e Seu povo, um sinal de que eles honram Sua Lei. Isto faz distinção entre Seus súditos leais e os transgressores. […]
Para aqueles que o guardam, o dia do sábado é o sinal de santificação. Verdadeira santificação é harmonia com Deus. Unidade com Ele em caráter. É recebida através da obediência àqueles princípios que são a representação de Seu caráter. E o sábado é o sinal de obediência. Aquele que de coração obedece ao quarto mandamento obedecerá a toda a Lei. Ele é santificado através da obediência.
Tanto para nós como para Israel, o sábado é dado como “um concerto perpétuo”. Para aqueles reverenciam Seu Santo dia, o sábado é um sinal de que Deus os reconhece como Seu povo escolhido. É penhor de que Ele cumprirá Seu concerto para com eles. Toda alma que aceita o sinal do governo de Deus se coloca sob o divino e perpétuo concerto. Ele se liga à áurea corrente da obediência da qual cada elo é uma promessa. — Testemunhos para a igreja, vol. 6, pp. 349 e 350.
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