Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Trabalhando para Ele

Tenho pensado na lição que Cristo deu a Seus discípulos justamente antes de entrar no Jardim do Getsémani, sabendo que seria Sua última oportunidade de instruí-los antes da crucifixão. Ele lhes diz, apontando para uma videira — e a videira era algo que os judeus valorizavam e respeitavam grandemente, considerando-a bela — “Eu sou a videira verdadeira, e Meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em Mim, não der fruto, Ele o corta.” 

Aqui existe algo para o nosso estudo. … Temos agora nossas oportunidades para produzir fruto; podemos revelar que somos ramos produtores de frutos na vinha. E se sairmos agora de maneira descuidada e indiferente, qual será nossa posição? Ele nos diz que nos removerá, pois não podemos fazer nada sem Cristo, e se somos um ramo morto e não extrairmos seiva e nutrição da Videira viva, tornar-nos-emos galhos secos. Ele diz que todo ramo que dá fruto, Ele o limpa [desbasta], a fim de que produza mais fruto. … 

Temos o inimigo em nosso mundo com quem pelejar. Temos os poderes das trevas a enfrentar. Teremos de estar nesse conflito enquanto durar o tempo. Nosso Salvador esteve em conflito com os poderes das trevas, e esses poderes estiveram em conflito com Ele, mesmo depois de ter Ele vindo ao mundo. Satanás estava em conflito com Ele. E tão logo começou Ele a exercer a Sua faculdade de raciocínio, entrou em conflito com os poderes das trevas. Sua própria chegada — como um bebê em Belém — devia erguer um estandarte contra o inimigo. … 

E quando Ele se foi, o que fez? Quem deveria assumir o conflito? Quem são os seres visíveis que devem assumir o conflito aqui neste mundo e levá-lo até o final? São os seguidores de Cristo, toda alma entre eles. Não somente os designados pastores. É aí que nosso povo comete um grande erro. Parecem achar que dia após dia, hora após hora, minuto a minuto no conflito, os pastores devem cuidar deles. Isso diz respeito a cada um de nós. 

Não sabemos que obra Deus tem para que façamos. … Se temos apenas aquele único talento e o entregamos aos banqueiros e trabalhamos com esse único talento, e Deus vê que somos fiéis no mínimo, Ele nos dará outro talento. … E assim o talento continua aumentando e crescendo; e quanto mais entregarmos aos banqueiros, mais talentos teremos para empregar para a glória de Deus. — Manuscrito 56, 1890.

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