Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Somos responsáveis

O manso e amado discípulo [João] disse: “Aquele que diz: Eu O conheço e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.” 1 João 2:4. A Palavra de Deus é muito clara e precisa. É uma questão perigosa professar ser seguidor de Jesus e pelas obras negá-Lo pela indiferença até mesmo para com um só de Seus requisitos. 

A história da Reforma nos ensina que a igreja de Cristo não deve nunca chegar a paralisar-se e cessar a reforma. Deus está na dianteira, dizendo como o fez a Moisés: “Marchem”. “Dize aos filhos de Israel que marchem.” Êxodo 14:15. A obra de Deus vai avante; passo a passo o Seu povo avança em meio a conflitos e provas, até à vitória final. A história da igreja nos ensina que o povo de Deus não deve ficar estereotipado em suas teorias da fé, mas preparar-se para nova luz, para abrir a verdade revelada em Sua Palavra. 

A história passada do avanço da verdade em meio ao erro e às trevas, mostra-nos que a verdade sagrada não é acalentada e procurada pela maioria. Aqueles que avançam na reforma, obedecendo à voz de Deus — “Marchem” — têm estado sujeitos a oposição, tortura e morte; e em face de prisões e ameaçados de tortura e morte, julgam a verdade para seu tempo de suficiente importância para a ela apegar-se tenazmente, entregando a vida em lugar de sacrificar a fé. Não contam sua vida como preciosa, se sacrificada pela verdade de Deus. A verdade em nossos dias é tão importante quanto o foi nos dias dos mártires. … 

O que seria se nos dias de Lutero as pessoas tivessem assumido a posição de defender sua desobediência aos requisitos de Deus dizendo: “Deus é misericordioso demais para condenar-me por não receber uma verdade impopular. Nossos intelectuais e líderes religiosos não a aceitam. Correrei o risco de transgredir a lei de Deus porque o mundo a rejeita. … Estou satisfeito com minha religião;… arriscar-me-ei a acompanhar a multidão.”

Se eu for com a multidão, a Bíblia me diz que estou no caminho largo que conduz à morte. Declara a Majestade do Céu: “Estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.” Devemos prestar contas da luz que brilha em nossos dias. Cristo chorou em agonia sobre Jerusalém porque ela não conhecia o tempo de sua visitação. Era seu dia de confiança, seu dia de oportunidade e privilégio. … A revoltante ingratidão, o vazio formalismo e a hipócrita insinceridade de centenas de anos extraíram-Lhe dos olhos aquelas lágrimas de irreprimível angústia. — Carta 35a, 1877

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