Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Somos chamados a separar-nos do mundo

Quando a verdade que agora acalentamos foi inicialmente vista como verdade bíblica, quão estranha nos pareceu, e quão forte foi a oposição que tivemos de enfrentar ao apresentá-la ao povo pela primeira vez. Mas quão fervorosos e sinceros eram os amantes da verdade, aqueles que obedeciam à verdade! Éramos realmente um povo peculiar. Éramos poucos em número, sem riquezas, sem sabedoria e honras mundanas, mas ainda assim críamos em Deus e éramos fortes e bem-sucedidos — um terror para os praticantes do mal. Era firme o nosso amor de uns para com os outros; não era facilmente abalado. O poder de Deus se manifestava em nosso meio, os enfermos eram curados, e havia muita alegria — calma, doce e santa. 

Conquanto a luz tenha continuado a aumentar, o avanço da igreja não foi proporcional à luz. O fino ouro tem-se tornado gradualmente opaco, e a apatia e formalidade têm penetrado para debilitar as energias da igreja. Os abundantes privilégios e oportunidades não têm conduzido Seu povo para a frente e para cima, em pureza e santidade. Um fiel aperfeiçoamento dos talentos que Deus lhes confiou teria aumentado grandemente esses talentos. Onde muito se dá, muito será exigido. Somente aqueles que fielmente aceitam e apreciam a luz que Deus nos tem dado e que assumirem uma nobre e sublime posição de abnegação e sacrifício, serão canais de luz para o mundo. … 

Ninguém tem o direito de invocar sua própria responsabilidade e apresentar ideias em nossos periódicos acerca de doutrinas bíblicas, colocando-as em primeiro plano, quando se sabe que há várias opiniões sobre o mesmo assunto e que isso criaria uma polêmica. Os adventistas do primeiro dia têm feito isso. Cada um tem seguido seu próprio discernimento independente e procurado apresentar ideias originais, a ponto de não se ver entre eles uma ação concentrada, exceto, talvez, para opor-se aos adventistas do sétimo dia. Não devemos seguir-lhes o exemplo. … 

Não podemos, irmãos e irmãs, flutuar ao sabor da correnteza do mundo. A obra que devemos realizar é sair e separar-nos. Essa é a única maneira pela qual podemos andar com Deus como o fez Enoque. … Assim como Enoque, somos chamados a possuir uma fé sólida, viva e atuante; é a única maneira pela qual podemos ser colaboradores de Deus. Precisamos cumprir as condições expostas na Palavra de Deus, ou morrer em nossos pecados. Devemos saber que mudanças morais é essencial fazer em nosso caráter mediante a graça de Cristo, a fim de sermos habilitados para as mansões lá do alto. — Carta 53, 1887.

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