Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Rejeitado o messias da profecia

Com que intenso interesse foi esse conflito acompanhado pelos anjos celestiais e os mundos não caídos, enquanto a honra da lei estava sendo vindicada! Não só para este mundo, mas para o universo celeste e os mundos que Deus criara, devia o conflito ser decidido para sempre. A confederação das trevas aguardava um indício de oportunidade para erguer-se e triunfar sobre o divino-humano Substituto e Segurança da raça humana, para que o apóstata pudesse bradar: “Vitória”, e o mundo e seus habitantes se tornassem para sempre o seu reino. Mas Satanás atingiu somente o calcanhar; não pôde alcançar a cabeça. Agora ele vê que seu verdadeiro caráter é claramente revelado perante todo o Céu, e que os seres celestiais e os mundos que Deus criara se colocariam totalmente ao lado de Deus. Vê que seriam inteiramente eliminadas as suas perspectivas de influência futura entre eles. A humanidade de Cristo demonstraria pelas eras eternas a questão que selou o conflito. … 

O que foi que levou Sua própria nação a lançar tamanho desprezo sobre Jesus? Os judeus esperavam um príncipe terreno que os livrasse do poder que Deus havia declarado governaria sobre eles, se se recusassem a guardar os caminhos do Senhor e obedecer-Lhe aos estatutos, mandamentos e leis. Jactavam-se orgulhosamente de que o rei de Israel, a estrela que procederia de Judá, romperia sua servidão e os tornaria um reino de sacerdotes. 

Ma não foi a ausência de honras, riquezas e glórias exteriores que levou os judeus a rejeitarem a Jesus. O Sol da Justiça, brilhando em meio às trevas morais com raios tão distintos, revelou o contraste entre o pecado e a santidade, a pureza e a corrupção, e essa luz não era bem recebida por eles. … 

Cumpriu-se aquilo que Cristo havia especificado como sendo a Sua obra. Os enfermos eram curados, os endemoninhados libertos, os leprosos e paralíticos restaurados. Os mudos falavam, os ouvidos dos surdos eram abertos, os mortos trazidos à vida e o evangelho, pregado aos pobres. … Todo milagre operado por Cristo convencia alguns quanto ao Seu verdadeiro caráter, que cumpria as especificações do Messias da profecia, mas aqueles que não receberam a luz celestial se colocaram mais decididamente contra essa evidência. … 

Os ensinos de Cristo, por preceito e exemplo, eram o semear da semente que seria posteriormente cultivada por Seus discípulos. — Manuscrito 143, 1897

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