Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Recepção triunfal no céu

Cristo anelava que seres humanos conturbados, oprimidos e cansados fossem a Ele, para que lhes pudesse dar luz, vida, alegria e paz que não se encontram em nenhum outro lugar. Esses próprios pecadores eram objeto de Seu profundo, sincero interesse, compaixão e amor. Mas na Sua maior necessidade de simpatia humana, na hora de Sua maior prova e mais pesada tentação, os mais promissores dentre Seus discípulos O abandonaram. Ele foi realmente compelido a pisar sozinho o lagar, e dos povos nenhum houve que se achasse com Ele. Uma atmosfera de apostasia O rodeava. Por todos os lados podia Ele ouvir sons de zombaria, insulto e blasfêmia. Qual era então a perspectiva para Seus discípulos, deixados num mundo que não tolerava o Filho do Deus vivo?… 

A obra de Cristo se encerrou quando Ele expirou na cruz, bradando em alta voz: “Está consumado!” O caminho fora aberto; o véu, rasgado em dois. Os pecadores podiam aproximar-se de Deus sem ofertas sacrificais, sem os serviços de um sacerdote. O próprio Cristo era sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. O Céu era o Seu lar. Ele viera a este mundo para revelar o Pai. A obra no campo de Sua humilhação e do conflito estava agora feita. Ele ascendeu aos Céus e está para sempre entronizado à destra de Deus. … {

Na tumba de José, revestiu-Se dos trajes da imortalidade e depois permaneceu no mundo por um período suficiente de tempo para colocar além da dúvida a evidência de que realmente havia ressuscitado dos mortos. … Ergueu-Se dentre os mortos para a Sua ascensão, quando deveria ser glorificado perante o universo celestial. … {

Todo o Céu esperou com ansiosa expectativa pelo fim do período de demora do Filho de Deus num mundo todo cauterizado e desfigurado com a maldição da transgressão. Ele ascendeu do Monte das Oliveiras numa nuvem de anjos, que triunfalmente O acompanharam à Cidade de Deus. … Que contraste foi a recepção de Cristo em Seu retorno ao Céu com a Sua recepção na Terra!… Não havia tristeza nem sofrimento a recebê-Lo em cada curva. Não havia carrancudos sacerdotes exercendo sua engenhosidade para descobrir alguma palavra Sua que pudessem deturpar e assim ganhar a oportunidade de hostilizar, agredir, insultar e ridicularizá-Lo. …

A humilhação e o sofrimento de Cristo são proporcionais a Sua exaltação. Somente pôde Ele tornar-Se o Salvador, o Redentor, depois de ser primeiro o Sacrifício. — Manuscrito 128, 1897.

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