Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Pilatos ainda hesitou

Depois de ter Herodes feito sua obra satânica, enviou Cristo, sem ter pronunciado juízo contra Ele, de volta a Pilatos, um homem convencido da verdade, mas indisposto a ceder. Pilatos parecia atuar mediante influências invisíveis para reconhecer suas convicções a respeito do Santo de Israel. Sua mente inconstante foi compelida a reconhecer que Cristo não era um impostor, que nem um único traço de engano se poderia encontrar em Suas palavras e atitudes. … Diante daquela multidão satânica, enlouquecida, propôs ele o açoite em lugar da cruz.

Os decididos sacerdotes e príncipes planejaram que não ficasse de fora o açoitamento, mas não consentiriam em que nada menos que a cruz fosse a Sua punição. Essa é a natureza humana hoje, quando se encontra sob o controle de Satanás. …

Pilatos não estava disposto a condenar a Cristo, e julgou que poderia, independentemente dos príncipes, fazer um apelo à simpatia, ao lado humano do caráter da turba. Sabia que nada tinha a esperar nesse sentido dos sacerdotes e maiorais. Fez um breve discurso, declarando que não achara em Cristo falta alguma. Confirmou o testemunho de Herodes, de que as testemunhas contra Cristo eram inúteis — não concordavam entre si. …

Pilatos agia contra a luz, contra evidências esmagadoras e contra sua convicção. Os sacerdotes e príncipes viram que não poderiam obter tudo o que desejavam. Pilatos tinha as evidências e a justiça a seu lado, e se ele tivesse assumido firmemente a sua posição com base na inocência de Cristo, ter-se-ia poupado do remorso e desespero de um homem que sacrificou a inocência ao mortal ódio e inimizade de um povo invejoso e professamente religioso. Jesus foi açoitado. 

Uma mensagem de Deus advertiu Pilatos do ato que estava para cometer. … Enquanto Pilatos examinava o Prisioneiro, sua esposa foi visitada por um anjo do Céu, e numa visão da noite vira o Salvador e com Ele conversara. … Ouviu a condenação pronunciada por Pilatos, e viu-o entregar Cristo a Seus matadores. Com um grito de terror, despertou. Pedindo pena e papel, escreveu-lhe palavras de advertência. Agora, no dilema de Pilatos, um mensageiro abre caminho até ele com uma mensagem de sua esposa: “Não te envolvas com esse Justo; porque hoje, em sonho, muito sofri por Seu respeito.” Mateus 27:19. — Manuscrito 112, 1897.

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