Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Perigo em recusar o arrependimento

Podemos ver quantas evidências foram dadas aos sacerdotes e príncipes, e quão firmemente resistiram eles ao Espírito de Deus. Aqueles que alegam sabedoria e piedade superiores podem cometer os mais terríveis e [para eles] fatais erros, se permitem que sua mente seja moldada por outro poder, e seguem um rumo de resistência ao Espírito Santo. O Senhor Jesus, representado pelo Espírito Santo, esteve presente naquela assembleia [de sacerdotes que julgavam os discípulos], mas não O discerniram. Por um momento sentiram a convicção do Espírito, de que Jesus era o Filho de Deus, mas abafaram a consciência e se tornaram mais cegos e mais inflexíveis que antes. Mesmo depois de terem crucificado o Salvador, Deus em Sua misericórdia lhes enviara… outro apelo para o arrependimento, mesmo na terrível acusação trazida contra eles pelos apóstolos, de que haviam matado o Príncipe da vida. 

Não foi só o pecado de terem matado o Filho de Deus que lhes eliminou a possibilidade de salvação, mas sua persistência em rejeitar a luz e a convicção do Espírito Santo. O espírito que atua nos filhos da desobediência operou neles, levando-os a maltratar os homens por intermédio dos quais Deus lhes estava dando testemunho. A malignidade da rebelião reapareceu e se intensificou a cada sucessivo ato de resistência contra os servos de Deus e a mensagem que Ele dera para que proclamassem. 

Cada ato de resistência torna mais difícil a submissão. Sendo líderes do povo, os sacerdotes e príncipes julgaram que era sua obrigação defender o rumo que tinham tomado. Precisavam provar que haviam estado corretos. Tendo-se empenhado na oposição a Cristo, cada ato de resistência tornava-se um incentivo adicional a persistirem no mesmo trilho. Os eventos de sua anterior carreira de oposição eram como preciosos tesouros a serem zelosamente guardados. E o ódio e a malignidade que inspiraram esses atos foram concentrados nos apóstolos. 

O Espírito de Deus revelou Sua presença àqueles que, independentemente do medo ou favor do público, declaravam a verdade que lhes fora comunicada. Sob a demonstração do poder do Espírito Santo, os judeus viram sua culpa em recusar as provas que Deus havia enviado; mas não cederiam em sua ímpia resistência. Tornou-se mais e mais decidida a sua obstinação, causando-lhes a ruína da alma. A questão não era que não pudessem submeter-se, mas que podiam e não queriam. — Carta 38, 1896.

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