Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Para além das portas do Éden

“Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis Meus sábados, porquanto isso é um sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que Eu Sou o Senhor, que vos santifica” (Êxodo 31:13).

Antes da queda, nossos primeiros pais tinham guardado o sábado, que fora instituído no Éden; e depois de sua expulsão do Paraíso continuaram sua observância. Haviam provado os amargos frutos da desobediência, e aprenderam o que todos os que pisam os mandamentos de Deus mais cedo ou mais tarde aprenderão: que os preceitos divinos são sagrados e imutáveis, e que a pena da transgressão certamente será infligida. O sábado foi honrado por todos os filhos de Adão que permaneceram fiéis para com Deus. Mas Caim e seus descendentes não respeitaram o dia em que Deus repousara. Escolheram o seu próprio tempo para o trabalho e para o descanso, sem consideração para com o mandado expresso de Jeová.

Recebendo a maldição de Deus, Caim se retirou da casa do pai. Escolheu a princípio para si a ocupação de cultivador do solo, e então fundou uma cidade, chamando-a pelo nome de seu filho mais velho (Gênesis 4:17). Saíra da presença do Senhor, rejeitara a promessa do Éden restaurado, a fim de buscar suas posses e alegrias na Terra sob a maldição do pecado, ficando assim à frente daquela grande classe de homens que adoram o deus deste mundo. No que diz respeito aos meros progressos terrestres e materiais, distinguiram-se os seus descendentes. Não tomavam, porém, em consideração a Deus, e estavam em oposição aos Seus propósitos em relação ao homem. Ao crime de assassinato, para o qual Caim abrira o caminho, Lameque, o quinto descendente, acrescentou a poligamia e, desafiador jactancioso, reconhecia a Deus apenas para inferir da vingança sobre Caim a certeza para a sua própria segurança. Abel levara vida pastoral, habitando em tendas ou barracas, e os descendentes de Sete seguiram o mesmo método de vida, considerando-se “estrangeiros e peregrinos na Terra”, a buscar uma pátria “melhor, isto é, a celestial” (Hebreus 11:13 e 16). — Patriarcas e profetas, pp. 80 e 81.

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