Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Os limites e as horas do sábado (1)

Mês de Setembro:

Métodos para alcançar almas

“Sábado de descanso vos será; então afligireis as vossas almas; aos nove do mês à tarde, de uma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado.” Levítico 23: 32.

Quando o Senhor declara que fez o mundo em seis dias e descansou no sétimo, quer dizer o dia de vinte e quatro horas, que Ele marcou pelo nascer e pôr-do-sol.” Med. Matinais, Cristo Triunfante, pág. 18.
“Devemos observar cuidadosamente os limites do sábado. Lembrai-vos de que cada minuto é tempo sagrado.” Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 22.
“São vocês tão cuidadosos quanto deveriam ser na guarda do sábado? Vocês têm algo a fazer além de pôr de lado nesse dia seu trabalho e seus divertimentos. Se, nesse dia, fazem planos acerca do que farão quando o sábado terminar, ou falam de seu trabalho, seus divertimentos e roupas, vocês profanam o sábado.” […]The Youth ’s Instrudor, 1º de fevereiro de 1853.
“Ouvi isto, vós que pisais os necessitados, e destruís os miseráveis da terra, dizendo: Quando passará a lua nova, para vendermos o grão? E o sábado, para expormos o trigo, diminuindo a medida, e aumentando o preço, e procedendo dolosamente com balanças enganadoras […]?” Amós 8:4 e 5.
“Nos seis dias, podem falar de assuntos de negócios, e fazer planos necessários, mas o sábado é tempo sagrado, e todos os pensamentos terrenos devem, nesse dia, ser expulsos da mente. A bênção de Deus irá, então, repousar sobre vocês; terão as doces consolações do Seu Espírito, e terão também confiança quando se aproximarem do trono da graça.” — The Youth ’s Instrudor, I0 de fevereiro de 1853.
“Alguns discutem sobre seus negócios e fazem planos no sábado. Deus olha para isso à mesma luz como se eles estivessem realmente envolvidos na transação do negócio. Outros que estão bem familiarizados com as evidências bíblicas de que o sétimo dia é o sábado entram em sociedade com homens que não têm respeito algum pelo santo dia de Deus. Um guardador do sábado não pode permitir que homens empregados por si, pagos com seu dinheiro, trabalhem no sábado.” The Reuiew and Herald, 18 de março de 1884.
“O sábado… é tempo que pertence a Deus, não a nós; quando o transgredimos, roubamos a Deus. … Este deve ser-nos um dia de bênçãos – dia em que ponhamos de parte todas as nossas atividades seculares, e centralizemos nossos pensamentos em Deus e no Céu.” Med. Matinais, nos lugares celestiais, pág. 152.

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