Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Os apóstolos continuaram a guardar o sábado fielmente.

Mês de Maio – O sábado na nova dispensação.

O sábado ainda guardado por uma minoria no início da apostasia.

“De Perge prosseguiram até Antioquia da Pisídia. No sábado, entraram na sinagoga e se assentaram. Depois da leitura da Lei e dos Profetas, os chefes da sinagoga lhes mandaram dizer: “Irmãos, se vocês têm uma mensagem de encorajamento para o povo, falem”. Atos 13:14,15.

“Nos primeiros séculos, o verdadeiro sábado foi guardado por todos os cristãos. Eram estes cuidadosos em honrar a Deus, e, crendo que Sua lei é imutável, zelosamente preservavam a santidade de Seus preceitos. Mas, com grande argúcia, Satanás operava mediante seus agentes para alcançar seu objetivo. Para que a atenção do povo pudesse ser chamada para o domingo, foi feito deste uma festividade em honra da ressurreição de Cristo. Atos religiosos eram nele realizados; era, porém, considerado como dia de recreio, sendo o sábado ainda observado como dia santificado.” História da Redenção, pág. 329.
“A reforma não terminou com Lutero, como muitos supõem. Ela haverá de prosseguir até a conclusão da história terrestre. Lutero tinha uma grande obra a fazer, em refletir a outros a luz que Deus permitiu brilhasse sobre ele; todavia, não recebeu toda a luz que devia ser dada ao mundo. Desde aquele tempo, nova luz tem continuamente resplandecido sobre as Escrituras, e novas verdades têm sido constantemente reveladas. Lutero e seus colaboradores executaram um nobre trabalho para Deus; mas, tendo vindo eles da Igreja de Roma, e tendo eles próprios crido e defendido suas doutrinas, não seria de esperar que pudessem discernir todos os seus enganos. Seu trabalho foi quebrar os grilhões de Roma e dar a Bíblia ao mundo, embora houvesse importantes verdades que deixassem de descobrir, e graves erros, a que não renunciaram. A maioria deles continuou a observar o domingo e outras festas papais. Na verdade, eles não o consideravam como tendo autoridade divina, mas criam que devia ser observado como dia de culto, geralmente aceito. Havia alguns dentre eles, entretanto, que honravam o sábado do quarto mandamento. Entre os reformadores da igreja, um lugar honroso deve ser dado a todos aqueles que foram firmes em reivindicar uma verdade geralmente ignorada, mesmo pelos protestantes – aqueles que mantinham a validade do quarto mandamento e a obrigação do sábado bíblico. Quando a Reforma varreu as trevas que pairavam em toda a cristandade, os guardadores do sábado foram postos em foco em muitas terras.” História da Redenção, pág. 354.

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