Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

O sermão do monte

O sermão de Cristo sobre o monte teve o propósito de penetrar em nossa vida cotidiana. Os mandamentos são tão amplos, que se apoderam até mesmo de nossos pensamentos. Mas quão poucos atentam para as palavras de nosso Salvador! Consequentemente, teremos objeções a enfrentar. Alguns alegarão que são totalmente guiados pelo Espírito e por conseguinte não há muita necessidade da lei de Deus ou de qualquer porção de Sua Palavra. Aqueles que declaram possuir grande luz mas não são santificados pela verdade, são pessoas perigosas, mas podem ser facilmente testadas. “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva.” Isaías 8:20. … 

Devemos esperar ser assaltados pelos poderes das trevas, mas se resistirmos com sucesso, haverá júbilo no Céu. A alma dos seres humanos é valorizada pelas hostes celestiais. … Não devemos colocar-nos sob nenhuma bandeira a não ser a de Cristo. — Manuscrito 45, 1886. 

Cristo falou como nenhum homem o fez. A lei de Deus, com seus princípios vivos, incomparáveis, foi levada à mente e consciência da multidão que ouvia Seu sermão no monte, com lições ilustradas pelas coisas com as quais estavam familiarizados. Entre os milhares que se converteram num dia, após ter Cristo saído da tumba e ascendido ao Pai, estavam os mesmos que haviam ouvido e recebido as palavras proferidas naquela ocasião. 

Enquanto esteve entre o povo, revestido com os trajes da humanidade, Jesus ansiou desdobrar perante Seus discípulos os profundos mistérios do plano da redenção; mas com tristeza foi forçado a declarar: “Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora.” João 16:12. O temporal, o terreno, estava tão misturado na mente deles com o espiritual e eterno, que o sagrado e celestial se eclipsaram. … 

A alma deve ser imbuída com o Espírito do grande Mestre, se é que a mente deva penetrar nas profundas coisas de Deus. A verdade expandirá e enriquecerá a mente. Sua beleza, pureza, santidade [e] seu revigorante poder inspirarão os recebedores, e eles não se contentarão com restrições em sua obra. A pessoa anelante clamará pelo Deus vivo: Mostra-me Tua glória. — Manuscrito 104, 1898.

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