Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

O sacrifício de amor

E andai em amor, como também Cristo nos amou e Se entregou a Si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave. Efésios 5:2.

Esta é a oferta de uma vida doada em nosso favor, para que pudéssemos ser tudo que Ele desejava que fôssemos — representantes Seus, expressando a fragrância do Seu caráter, Seus próprios puros pensamentos, Seus divinos atributos como manifestados em Sua santificada vida humana, a fim de que outros pudessem contemplá-Lo em Sua humana forma, e… ser conduzidos ao desejo de serem semelhantes a Cristo — puro, incontaminado, inteiramente aceitável a Deus, sem mancha, ou ruga ou coisa semelhante. — The S.D.A. Bible Commentary 6:1118.

Quão fervorosamente Cristo Se dedicou à obra de nossa salvação! Que dedicação revelou Sua vida, ao procurar valorizar o homem caído, atribuindo a todo pecador arrependido e crente, os méritos de Sua imaculada justiça! Quão incansavelmente trabalhava Ele! No templo e na sinagoga, nas ruas das cidades, na praça, na oficina, junto ao mar, entre as montanhas, pregava Ele o evangelho e curava os doentes. Deu de Si totalmente, a fim de que pudesse efetuar o plano da graça remidora. — The Review and Herald, 4 de Abril de 1912.

Cristo ofereceu Seu corpo quebrantado para readquirir a herança de Deus, para dar ao homem outra prova. “Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por Ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.” Hebreus 7:25. Por Sua vida imaculada, obediência e morte na cruz do Calvário, intercedeu Cristo pela raça perdida. E agora o Príncipe de nossa salvação não intercede por nós como mero peticionário, mas como um Conquistador que reclama a vitória. Seu sacrifício está consumado e como nosso Intercessor cumpre a obra que a Si mesmo Se impôs, apresentando a Deus o incensário que contém os Seus méritos imaculados e as orações, confissões e ações de graças de Seu povo. Perfumados com a fragrância de Sua justiça, sobem como cheiro suave a Deus. A oferenda é inteiramente aceitável, e o perdão cobre todas as transgressões. — Parábolas de Jesus, 156.

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