Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

O sábado – José Bates e Ellen White

Mês de Julho –    O sábado redescoberto pelo movimento adventista

“Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos o que em breve há de acontecer. Ele enviou o seu anjo para torná-la conhecida ao seu servo João, que dá testemunho de tudo o que viu, isto é, a palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo. Feliz aquele que lê as palavras desta profecia e felizes aqueles que ouvem e guardam o que nela está escrito, porque o tempo está próximo.” Apocalipse 1:1-3.

“Quando em visita a New Bedford, Massachusetts, em 1846, conheci o Pastor José Bates. Ele havia de princípio abraçado a fé do advento, e era trabalhador ativo na Causa. Achei que era um verdadeiro homem cristão, cortês e amável. A primeira vez que me ouviu falar manifestou profundo interesse. Depois que eu acabara de falar, levantou-se e disse: “Eu duvido como Tomé. Não creio em visões. Se, porém, pudesse crer que o testemunho que a irmã relatou esta noite é na verdade a voz de Deus para nós, seria o mais feliz dos homens. Meu coração está profundamente comovido. Creio que a oradora é sincera, mas não posso compreender quanto ao que respeita serem-lhe mostradas as maravilhosas coisas que nos relatou.” O Pastor Bates guardava o sábado, sétimo dia da semana, e para esse dia nos chamava a atenção como sendo o verdadeiro Sábado. Eu não compreendia sua importância, e achava que ele errava em ocupar-se com o quarto mandamento mais do que com os outros nove. O Senhor, porém, me deu uma visão do santuário celestial, em que o templo de Deus foi aberto no Céu, e foi-me mostrada a arca de Deus coberta com o propiciatório. Em cada extremidade da arca havia um anjo com as asas estendidas sobre o propiciatório e a face voltada para ele. Isso, informou-me o meu anjo assistente, representa todo o exército celestial olhando com reverente temor para a lei divina, que foi escrita com o dedo de Deus. Jesus levantou a cobertura da arca, e contemplei as tábuas de pedra em que os Dez Mandamentos estavam escritos. Fiquei atemorizada quando vi o quarto mandamento mesmo no centro dos dez preceitos, com uma suave auréola de luz rodeando-o… Foi-me mostrado que se o verdadeiro sábado houvesse sido guardado, jamais teria havido um incrédulo nem ateu. A observância do sábado teria preservado da idolatria o mundo.” Vida e Ensinos, pág. 86. “Cri na verdade quanto à questão do sábado antes de ter visto o que quer que fosse em visão relativa ao sábado. Só meses depois de ter começado a guardar o sábado foi que me foi mostrada sua importância e seu lugar na terceira mensagem angélica.” Carta 2, 1874.

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