Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

O sábado foi aos poucos esquecido e desprezado após a mudança.

Mês de Junho –      O sábado na nova dispensação. (2)

“E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo.” Daniel 7:25.

“Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus. Pois o mistério da iniquidade já opera; somente há um que agora o detém até que seja posto fora; e então será revelado esse iníquo, a quem o Senhor Jesus matará como o sopro de sua boca e destruirá com a manifestação da sua vinda; a esse iníquo cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás com todo o poder e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para serem salvos. ” IITess. 2: 3,4, 7 a 10.
O sábado foi transformado em coisa sem importância, em requisito dispensável, que a autoridade humana pode anular. O santo dia do Senhor foi convertido em dia útil comum. Os homens derrubaram o memorial divino, colocando em seu lugar um falso dia de repouso.” Evangelismo, pág. 226.
“A observância do domingo como instituição cristã teve origem no “mistério da injustiça” (II Tess. 2:7) que, já no tempo de Paulo, começara a sua obra. Onde e quando adotou o Senhor este filho do papado? Que razão poderosa se poderá dar para uma mudança que as Escrituras não sancionam?” O Grande Conflito, pág. 54.
“Ao serem apresentadas as exigências do sábado, muitos raciocinavam do ponto de vista mundano. Diziam: “Sempre guardamos o domingo, nossos pais o observaram, e muitos homens bons e piedosos morreram felizes enquanto o guardavam. Se tinham razão, também nós a temos. A guarda do sábado do sétimo dia nos poria em desacordo com o mundo, e não teríamos influência alguma sobre ele. Que pode um pequeno grupo, a guardar o sétimo dia, esperar fazer contra todo o mundo que guarda o domingo?”… “Tal raciocínio se mostrava uma barreira eficaz contra todo o progresso na fé ou prática religiosa. Muitos insistiam em que a guarda do domingo tinha sido, por muitos séculos, uma doutrina estabelecida e generalizado costume da igreja.” O Grande Conflito, pág. 455.

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