Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

O poder que abalou o mundo

Após o derramamento do Espírito Santo os discípulos, vestidos com a armadura divina, saíram como testemunhas para contar a maravilhosa história da manjedoura e da cruz. Eram homens humildes, mas saíram com a verdade. Após a morte de seu Senhor, formavam um grupo impotente, decepcionado e desalentado — como ovelhas sem pastor; mas agora saíam como testemunhas da verdade, sem outra arma a não ser a Palavra e o Espírito de Deus, para triunfar sobre toda oposição. … Foram transformados no caráter e unidos nos laços do amor cristão. … De seus lábios saíam palavras de divina eloquência e poder que abalaram o mundo. 

O terceiro, quarto e quinto capítulos de Atos apresentam um relato de seu testemunho. Aqueles que haviam rejeitado e crucificado o Salvador esperavam encontrar Seus discípulos desanimados, abatidos e prontos a repudiar seu Senhor. Com espanto, ouviram o claro e ousado testemunho dado sob o poder do Espírito Santo. As palavras e obras dos discípulos representavam as palavras e obras de seu Mestre, e todos os que os ouviram diziam: Eles aprenderam com Jesus; falam como Ele falava. “Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.” Atos dos Apóstolos 4:33. 

Os principais dos sacerdotes e príncipes julgavam-se competentes para decidir o que os apóstolos deviam fazer e ensinar. Ao saírem pregando a Jesus por toda parte, os homens dirigidos pelo Espírito Santo fizeram muitas coisas que os judeus não aprovavam. Havia o perigo de que as ideias e doutrinas dos rabis sofressem descrédito. {

Os apóstolos estavam criando um maravilhoso entusiasmo. As pessoas traziam seus enfermos… e aqueles que haviam sido curados prorrompiam em louvores a Deus e glorificavam o nome de Jesus, justamente Aquele a quem os judeus haviam condenado, escarnecido, coroado com espinhos, açoitado e crucificado. Esse Jesus foi enaltecido acima dos sacerdotes e príncipes. Os apóstolos declaravam até mesmo que Ele ressuscitara dentre os mortos. Os líderes judeus decidiram que essa obra precisava ser contida, pois demonstrava serem eles culpados do sangue de Jesus. — Carta 38, 1896. 

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