Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

O perigo do torpor financeiro

Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? (Lucas 14:28).

“Servos negligentes”, é a acusação que Deus faz aos que estão nas igrejas. Não se faz Sua vontade quando se deixa que as coisas sagradas permaneçam numa condição de abandono e negligência. O sacrifício próprio, a abnegação em cada igreja mudaria a ordem das coisas. “Minha é a prata, e Meu é o ouro, disse o Senhor dos Exércitos”. Quando esse ouro e prata são usados para fins egoístas, para satisfazer a ambição, o orgulho, ou a condescendência egoísta, como se tem feito, Deus é desonrado.

Poderão os que são homens representativos estar tão profundamente adormecidos que não compreendam que o estado de coisas existente resulta de negligência de sua parte? Quando o povo escolhido por Deus embeleza suas próprias casas, e emprega o dinheiro de Deus em […] várias coisas, para a satisfação do eu, sabendo que esses mesmos meios assim usados deveriam ser empregados para conservar a casa de Deus nas melhores condições a fim de que nenhum fundo seja tirado do tesouro para custear as despesas, não pode ser abençoado.

Tenho uma mensagem do Senhor. Devem as igrejas despertar de seu torpor e pensar nessas coisas. “Minha é a prata, e Meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos”. Estamos nós, como famílias, apropriando-nos da prata e do ouro do Senhor para fins egoístas, nada fazendo para aliviar a dívida de Sua casa? As igrejas estão sobrecarregadas de dívidas não porque seja impossível a elas se libertarem, mas devido à condescendência egoísta da parte dos membros. Deus é desonrado com essa negligência, e se Ele restringir os recursos de vocês, não se façam de cegos quanto ao motivo. Quando vocês colocarem o Senhor em primeiro lugar, e reconhecerem que a casa dEle é desonrada pela dívida, Deus os abençoará. — Manuscrito 116, 1897.

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