Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

O perigo da indiferença para com a luz,

A perda de uma pessoa é apresentada como uma catástrofe, em comparação com a qual o ganhar o mundo submerge em insignificância. … Em Jerusalém está representada toda pessoa que negligencia os atuais privilégios e recusa a luz que Deus lhe enviou. Têm sido acalentados os conselhos de Deus? Têm sido aceitos os apelos e as advertências de Seus servos? Dá-se atenção às admoestações? Ah, quem dera que possamos individualmente melhorar os momentos áureos deste “teu dia”, para que não nos venha a palavra “mas, agora, isso está encoberto aos teus olhos”. Lucas 19:42. Se a luz brilha em nossos dias, devemos recebê-la, apreciá-la e andar na luz sem esperar para ver se pessoas importantes ou eruditos a aceitam. … 

As palavras de Cristo são: “Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir.” Mateus 5:17. … Jesus olhou através dos séculos e viu que o mundo cristão pensaria e ensinaria que a morte de Cristo revoga a lei do Pai. Ele faz, portanto, uma precisa declaração para esclarecer todas as mentes que não desejam ser enganadas nesse ponto. … 

Homens e mulheres têm morrido sem guardar o sábado do sétimo dia. Eram pessoas boas e viveram segundo a luz que possuíam. Não podiam ser responsáveis pela luz que nunca tiveram. Devemos prestar contas da luz que brilha em nossos dias. Seria insensatez desculpar nossa transgressão da lei de Deus porque pessoas boas em gerações passadas não a guardaram. … 

Nunca é seguro permanecermos indiferentes à luz. Se pessoas professamente boas e notáveis não obedecem à lei de Deus, é isso razão para transgredirmos?… Foram os escribas, príncipes, sacerdotes, homens do santo ofício, homens que criam estar a sua justiça acima da do mundo inteiro, que perseguiram a Cristo. Esses piedosos embusteiros foram os mais ferozes perseguidores que Jesus teve. … Foram os mestres do povo que zombaram dEle enquanto pendia da cruz. 

Os professos cristãos de hoje que rejeitam a luz, não serão mais favoráveis àqueles que recebem a luz da verdade e nela se regozijam, do que o foram os judeus nos dias de Cristo. Se soubessem que Ele era o Príncipe da vida, não O teriam crucificado. Por que não sabiam? Porque rejeitaram toda evidência que lhes fora dada de que Cristo era o Messias. … Considerarão os crentes como um povo pequeno, fraco, um punhado de fanáticos, e deles falarão zombeteiramente. — Carta 35, 1877.

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