Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

O domingo adotado pela maioria em lugar do sábado.

Mês de Maio – O sábado na nova dispensação.

“Ao anjo da igreja em Éfeso escreva: Estas são as palavras daquele que tem as sete estrelas em sua mão direita e anda entre os sete candelabros de ouro. Conheço as suas obras, o seu trabalho árduo e a sua perseverança. Sei que você não pode tolerar homens maus, que pôs à prova os que dizem ser apóstolos mas não são, e descobriu que eles eram impostores. Você tem perseverado e suportado sofrimentos por causa do meu nome, e não tem desfalecido. Contra você, porém, tenho isto: você abandonou o seu primeiro amor.” Apocalipse 2:1-4.

“A fim de proporcionar aos conversos do paganismo uma substituição à adoração de ídolos, e promover, assim, sua aceitação nominal do cristianismo, foi gradualmente introduzida no culto cristão a adoração de imagens e relíquias. O decreto de um concílio geral estabeleceu, por fim, este sistema de idolatria papista. Para completar a obra sacrílega, Roma pretendeu eliminar da lei de Deus o segundo mandamento, que proíbe o culto das imagens, e dividir o décimo mandamento a fim de conservar o número deles. Esse espírito de concessão ao paganismo abriu caminho para desrespeito ainda maior da autoridade do Céu. Satanás intrometeu-se também com o quarto mandamento e tentou pôr de lado o antigo sábado, o dia que Deus tinha abençoado e santificado, exaltando em seu lugar a festa observada pelos pagãos como “o venerável dia do Sol”. Essa mudança não foi a princípio tentada abertamente. Nos primeiros séculos, o verdadeiro sábado foi guardado por todos os cristãos. Eram estes cuidadosos em honrar a Deus, e, crendo que Sua lei é imutável, zelosamente preservavam a santidade de Seus preceitos. Mas, com grande argúcia, Satanás operava mediante seus agentes para alcançar seu objetivo. Para que a atenção do povo pudesse ser chamada para o domingo, foi feito deste uma festividade em honra da ressurreição de Cristo. Atos religiosos eram nele realizados; era, porém, considerado como dia de recreio, sendo o sábado ainda observado como dia santificado.” História da Redenção, pág. 329.
Celebravam-se de tempos em tempos vastos concílios aos quais concorriam, do mundo todo, os dignitários da igreja. Em quase todos os concílios o sábado que Deus havia instituído era rebaixado um pouco mais, enquanto o domingo era em idêntica proporção exaltado. Assim a festividade pagã veio finalmente a ser honrada como instituição divina, ao mesmo tempo em que se declarava ser o sábado bíblico relíquia do judaísmo, amaldiçoando-se seus observadores.” História da Redenção, pág. 330.

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