Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

O decreto de morte

Satanás suscitará a indignação da cristandade apóstata contra o humilde remanescente que conscienciosamente se recusa a aceitar falsos costumes e tradições. … A igreja e o mundo se unirão, e o mundo emprestará à igreja poder para esmagar o direito do povo de adorar segundo Sua Palavra.

O decreto que num futuro próximo sairá contra o remanescente povo de Deus é em alguns aspectos semelhante ao que Assuero promulgou contra os judeus no tempo de Ester. O edito persa brotou da maldade de Hamã contra Mardoqueu. … A decisão do rei contra os judeus foi obtida por meios ilegais, mediante uma falsa acusação daquele povo peculiar. Satanás instigou essa trama a fim de eliminar da Terra aqueles que preservavam o conhecimento do verdadeiro Deus. … 

A História se repete. A mesma mente mestra que tramou contra os fiéis em eras passadas está agora em ação para obter o controle das igrejas caídas, a fim de que por intermédio delas possa condenar e levar à morte todos os que não adorarem o sábado idolátrico. Não temos de batalhar com mortais, como pode parecer. Não guerreamos contra a carne e o sangue, mas contra principados, contra potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Mas se o povo de Deus colocar nEle a sua confiança e pela fé descansar em Seu poder, os estratagemas de Satanás serão derrotados em nosso tempo tão assinaladamente como nos dias de Mardoqueu. 

O decreto deve sair para que aqueles que não recebem a marca da besta não possam comprar nem vender e, finalmente, para que sejam levados à morte. Mas os santos de Deus não recebem essa marca. O profeta de Patmos contemplou aqueles que haviam obtido a vitória sobre a besta, sua imagem, sua marca e sobre o número de seu nome, em pé no mar de vidro, tendo as harpas de Deus e cantando o cântico de Moisés e do Cordeiro. … 

Paulo escreve aos romanos: “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens.” Romanos 12:18. Mas há um ponto além do qual é impossível manter união e harmonia sem o sacrifício do princípio. A separação torna-se, então, um absoluto dever. As leis das nações devem ser respeitadas quando não entram em conflito com as leis de Deus. Quando há colisão entre elas, todavia, cada verdadeiro discípulo de Cristo dirá, como o fez o apóstolo Pedro ao receber a ordem de não falar mais em nome de Jesus: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.” Atos dos Apóstolos 5:29. — Manuscrito 51, 1899; ver também The Signs of the Times, 8 de Novembro de 1899.

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