Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Melhor sofrer do que ceder à tentação

O duelo entre Cristo e Satanás foi travado no deserto, sem ter Cristo um amigo para ajudá-Lo, aparentemente. Satanás foi sutil; a falsidade é a matéria-prima do seu comércio. Com todo o poder que possuía, tentou vencer a humanidade de Cristo. … 

Satanás seduziu o primeiro Adão com seu sofisma, assim como seduz homens e mulheres hoje, levando-os a acreditar numa mentira. Adão não buscou o poder divino que estava acima de sua humanidade; acreditou nas palavras de Satanás. Mas o segundo Adão não devia tornar-se escravo do inimigo. 

Adão possuía sobre Cristo a vantagem de que, ao ser assaltado pelo tentador, não tinha sobre si nenhum dos efeitos do pecado. Contava com a força da perfeita varonilidade, possuindo pleno vigor mental e físico. Estava cercado pelas glórias do Éden e em comunhão diária com os seres celestiais. Não se deu o mesmo com Jesus, quando Ele entrou no deserto para enfrentar Satanás. … 

Toda artimanha que o inimigo pôde sugerir foi trazida contra Ele. Foi quando Cristo Se encontrava numa condição debilitada, após Seu longo jejum de quarenta dias, que o mais sábio dos anjos caídos usou as mais sedutoras palavras ao seu dispor, num esforço por compelir a mente de Cristo a ceder diante de sua mente. … “Se és Filho de Deus”, disse ele, “mostra Teu poder libertando-Te dessa fome premente.” “Manda que estas pedras se transformem em pães.”… 

Quando Cristo disse a Satanás: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”, repetiu as palavras que, mais de mil e quatrocentos anos antes, Ele dissera a Israel. Deuteronómio 8:3. 

No deserto, quando falharam todos os meios de subsistência, Deus enviou a Seu povo maná do Céu; e foi-lhe dada suficiente e constante provisão. Essa providência visava a ensinar-lhes que, enquanto confiassem em Deus e andassem nos Seus caminhos, Ele os não abandonaria. O Salvador pôs agora em prática a lição que dera a Israel. Pela palavra de Deus, fora prestado socorro às hostes hebraicas, e pela mesma palavra seria ele concedido a Jesus. Ele aguardava o tempo designado por Deus, para O socorrer. Achava-Se no deserto em obediência a Deus, e não obteria alimento por seguir as sugestões de Satanás. Em presença do expectante Universo, testificou Ele ser menor desgraça sofrer seja o que for, do que afastar-se de qualquer modo da vontade de Deus. — Manuscrito 113, 1902.

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