Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Jesus tornou-se um bebé

Não podemos compreender como Cristo Se tornou um bebezinho indefeso. … Seu rosto poderia brilhar com a luz e Seu porte poderia ser imponente e belo. Ele podia ter vindo de modo tal a encantar os que O contemplassem; mas não era essa a maneira como Deus havia planejado que Ele viesse para o seio da família humana. Devia Ele ser semelhante aos que pertenciam à família humana e à raça judaica. Seus traços deveriam ser como os de outros seres humanos, e não devia Ele ter uma beleza tal que as pessoas O considerassem diferente das outras. Devia vir como um entre a família humana e apresentar-Se como homem diante do Céu e da Terra. Veio para tomar nosso lugar, para tornar-Se nosso penhor, para pagar a dívida dos pecadores. Devia viver uma vida pura sobre a Terra, e mostrar que Satanás havia proferido uma falsidade ao alegar que os seres caídos lhe pertenceriam para sempre, e que Deus não lhe poderia arrancar das mãos a raça humana. 

As pessoas contemplaram a Cristo primeiro como um bebê, uma criança. Seus pais eram muito pobres, e Ele nada possuía nesta Terra a não ser aquilo que os pobres têm. Passou por todas as provas pelas quais passam os pobres e humildes, da infância à meninice, da juventude à maturidade. … 

Quanto mais pensamos no fato de ter Cristo vindo à Terra como bebê, tanto mais extraordinário nos parece. Como pode ser que um indefeso bebê na manjedoura de Belém seja ainda o divino Filho de Deus? Embora não possamos compreendê-lo, podemos crer que Aquele que criou os mundos Se tornou, em nosso favor, um indefeso bebê. Conquanto mais exaltado que qualquer dos anjos, conquanto tão grande quanto o Pai no trono celeste, Ele Se tornou um connosco. NEle, Deus e a humanidade se tornaram um, e é nesse fato que encontramos a esperança de nossa raça caída. … 

Desde a tenra infância, Cristo viveu uma vida de lutas. Em Sua juventude, trabalhou com Seu pai na oficina de carpinteiro, mostrando assim que no trabalho nada há de que se envergonhar. … Os preguiçosos não seguem o exemplo que Cristo deu, pois desde a infância foi Ele um modelo de obediência e laboriosidade. Era um agradável raio de sol no círculo doméstico. Fiel e alegremente cumpria Sua parte, fazendo os humildes deveres que era chamado a realizar em Sua vida modesta. Cristo Se tornou um connosco, a fim de que nos pudesse fazer o bem. — The Youth’s Instructor, 21 de Novembro de 1895.

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