Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Jesus, nosso exemplo

As grandes e dominantes tentações com as quais somos assaltados, Cristo as enfrentou e venceu no deserto. Sua vitória sobre o apetite, a presunção e o mundo nos mostram como podemos vencer. Satanás tem vencido seus milhões, ao tentar o apetite e ao levar as pessoas a ceder aos pecados da presunção. Muitos há que professam ser seguidores de Cristo, alegando estar, por sua fé, alistados na guerra contra todo mal em sua natureza, mas que por um simples pensamento já mergulham em cenas de tentação que exigiriam um milagre para resgatá-los imaculados. A meditação e oração tê-los-iam preservado, levando-os a evitar as posições perigosas nas quais se têm colocado e que dão a Satanás vantagem sobre eles. 

Não devemos reclamar temerariamente as promessas de Deus, para que nos protejam enquanto corremos de modo irresponsável na direção do perigo, violando as leis da natureza ou desconsiderando a prudência e o discernimento que Deus nos deu para que os usássemos. Isso não seria fé genuína, mas presunção. Os tronos e reinos do mundo, e a glória deles, foram apresentados a Cristo. Nunca teremos tentações tão fortes como as que O assaltaram. 

Mas Satanás vem a nós com honras e riquezas mundanas e os prazeres da vida. Essas tentações são variadas para agradar pessoas de todos os níveis e categorias, levando-as a se afastarem de Deus para servirem a si mesmas, e não a seu Criador. “Tudo isto Te darei”, disse Satanás a Cristo. “Tudo isto te darei”, diz Satanás a nós. “Todo esse dinheiro, essas terras, todo esse poder, honras e riquezas, te darei”, e somos seduzidos, enganados e traiçoeiramente iludidos para a nossa ruína. Se nos entregamos ao mundanismo do coração e da vida, Satanás fica satisfeito. 

O Salvador venceu o ardiloso inimigo, mostrando-nos como podemos vencer. Deixou-nos o Seu exemplo, o de repelir Satanás com as Escrituras. Poderia ter recorrido ao Seu próprio divino poder e usado Suas próprias palavras, mas Seu exemplo não nos teria sido útil. Cristo usou somente as Escrituras. Quão importante é que a Palavra de Deus seja meticulosamente estudada e seguida, para que em caso de emergência possamos ser perfeitamente habilitados para toda boa obra e especialmente fortalecidos para enfrentar o astuto inimigo. — Carta 1a, 1872.

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