Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Influência para o bem ou para o mal

Os cristãos genuínos terão uma experiência semelhante à de Cristo no deserto da tentação, especialmente aqueles que se empenham em resgatar pessoas das ciladas de Satanás. Enfrentarão os assaltos do inimigo de toda justiça; e assim como Cristo venceu, possam eles vencer mediante a Sua graça. Os cristãos não deveriam sentir que foram abandonados por Deus por estarem sujeitos a penosas tentações. Se permanecerem inabaláveis diante das tentações, Satanás os deixará, e virão anjos para ministrar-lhes como o fizeram com Jesus. Não há conforto igual àquele que os cristãos desfrutam quando a pessoa tentada sofreu com paciência e Satanás foi derrotado. Foram testemunhas de Jesus, apoiando-se totalmente na Palavra de Deus — “Está escrito” — e repelindo assim cada ataque de Satanás, até fazerem com que ele retrocedesse, e obtivessem a vitória.

Em caso algum desprezemos as pessoas que são severamente tentadas, diante de ondas que parecem cobrir-lhes a cabeça. Devemos lembrar-nos de que Jesus foi cruelmente tentado em todos os pontos, à nossa semelhança, a fim de que pudesse socorrer todos os que são tentados. …

Todos exercemos uma influência pessoal. Nossas palavras e ações deixam uma impressão indelével. É responsabilidade nossa viver, não para o eu, mas para o bem dos outros; ser controlados não por sentimentos, mas por princípios. Devemos considerar que nossa influência é um poder para o bem ou para o mal. Ou somos uma luz para alegrar, ou uma tempestade para destruir. … 

A lei de Deus requer que amemos aos outros assim como amamos a nós mesmos. Então, toda faculdade e ação da mente devem ser exercidas para esse fim — realizar a maior quantidade de bem. … Quão agradável é ao Doador que empreguemos os régios dons da alma, a fim de que possam produzir efeito poderoso sobre outros! São eles o elo entre Deus e os seres humanos, e revelam o Espírito de Cristo e os atributos do Céu. O poder da santidade, que pode ser visto mas do qual não nos devemos vangloriar, fala com mais eloquência do que os mais bem preparados sermões. Fala de Deus e expõe diante de homens e mulheres o seu dever, mais poderosamente do que o podem fazer meras palavras. — Carta 39, 1887; Manuscript Releases 20:137, 138.

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