Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Iluminação quanto à identidade de Cristo

Os discípulos cogitavam quem poderia ser esse Estranho, que lhes penetrava a alma e falava com tal calor, ternura e simpatia, e ao mesmo tempo com tanta esperança. Pela primeira vez, depois da traição de Cristo no horto, começaram a sentir-se esperançosos. Olhavam muitas vezes, cheios de interesse, para seu Companheiro e pensavam que Suas palavras eram exatamente as que Cristo haveria dito. Estavam cheios de pasmo, e o coração começou a pulsar-lhes com expectativa, esperança e alegria. … 

Há muitos que desprezam a história do Antigo Testamento. Advogam a ideia de que o Novo Testamento toma o lugar do Antigo, e que portanto o Antigo Testamento não mais tem utilidade. Mas a primeira obra de Cristo com Seus discípulos foi começar com o próprio Alfa do Antigo Testamento e provar que Ele devia vir a este mundo e passar pelas experiências que ocorreram em Sua encarnação. A rejeição do Filho de Deus fora claramente vista pelos profetas. … 

Cristo desejava que as ideias de Seus discípulos fossem puras e verdadeiras em todos os sentidos. Deviam compreender, tanto quanto possível, o que se relacionava com o cálice de sofrimento que Lhe fora aquinhoado. Mostrou-lhes que o tremendo conflito que ainda não podiam compreender, era o cumprimento do concerto feito antes de serem postos os fundamentos do mundo. Cristo devia morrer, como deve morrer todo transgressor da lei, se continuar em pecado. Tudo isso havia de ser, mas não devia terminar em derrota, e sim numa gloriosa e eterna vitória. … 

Quando os discípulos estavam para entrar em casa, o Estranho pareceu como se fosse continuar a viagem. Mas os discípulos sentiram-se atraídos para Ele. … “Fica connosco”, disseram. “Já é tarde, e já declinou o dia.” Cristo acedeu a esse rogo sem apresentar desculpas. “Entrou para ficar com eles.” Lucas 24:29. 

Houvessem os discípulos deixado de insistir no convite, e não teriam ficado sabendo que seu Companheiro de viagem era o Senhor ressuscitado. Cristo nunca força a Sua companhia junto de ninguém. Interessa-Se pelos que dEle necessitam. Mas se eles passam adiante, indiferentes e descuidados, sem pensar no Hóspede celestial ou pedir-Lhe que neles habite, Ele passa. Assim sofrem muitos grande perda. Não conhecem a Cristo mais que os discípulos, enquanto caminhava ao seu lado e conversava com eles. — Manuscrito 113, 1897. 

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