Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Exemplo para crianças e jovens

Ao contemplar Jesus as ofertas que eram trazidas ao templo como sacrifício, o Espírito Santo Lhe ensinou que Sua vida devia ser sacrificada pela vida do mundo. … Desde os Seus tenros anos, fora guardado por anjos celestiais; Sua vida, contudo, era uma longa batalha contra os poderes das trevas. Satanás procurou de todos os modos tentá-Lo e prová-Lo. Levou as pessoas a Lhe entenderem mal as palavras, para que não recebessem a salvação que Ele viera trazer-lhes. Sofreu oposição tanto em casa como fora, não porque fosse um malfeitor, mas porque Sua vida estava livre de toda nódoa do pecado, e condenava toda impureza. … 

Sua vida imaculada era uma reprovação e muitos Lhe evitavam a presença; mas havia alguns que procuravam estar com Ele porque se sentiam em paz onde Ele estivesse. Ele era gentil e nunca contendia por Seus direitos; mas Seus próprios irmãos O menosprezavam e odiavam, mostrando que não criam nEle e lançando desdém sobre Ele. … Jesus vivia acima das dificuldades de Sua vida, como estando à luz do semblante de Deus. Suportava os insultos com paciência e, em Sua natureza humana, tornou-se um exemplo para todas as crianças e jovens. … 

Sua vida foi como o fermento, atuando entre os elementos da sociedade. Inocente e incontaminado, andava entre os descuidados, desatenciosos, rudes e profanos. Misturava-Se com os injustos publicanos, os irresponsáveis pródigos, os iníquos samaritanos, os soldados pagãos, os rudes camponeses e as multidões mistas. … Tratava todo ser humano como tendo grande valor. Ensinava as pessoas a se considerarem como alguém que havia recebido preciosos talentos que, corretamente empregados, os elevariam e enobreceriam, garantindo-lhes eternas riquezas. Mediante Seu exemplo e caráter, ensinou que cada momento da vida era precioso, como um tempo durante o qual semear a semente da eternidade. — The Youth’s Instructor, 12 de Dezembro de 1895. 

Jesus carregou sobre o coração o fardo da salvação da família humana. Sabia que, a menos que as pessoas O recebessem e sofressem uma transformação em sua vida e propósitos, estariam eternamente perdidas. Era esse o fardo de Sua alma, e Ele estava sozinho para carregar esse peso. … Desde a juventude, estava imbuído de um profundo anseio de ser uma lâmpada no mundo e decidiu que Sua vida seria “a luz do mundo”. Isso Ele foi, e essa luz ainda brilha para todos os que estão em trevas. Andemos na luz que Ele nos deu. — The Youth’s Instructor, 2 de Janeiro de 1896.

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