Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Da água para o vinho

Jesus Cristo é o originador de toda obra missionária realizada neste mundo. Operou milagres para curar os enfermos, mas nunca operou um milagre em Seu próprio favor. Seu primeiro milagre registrado se realizou numa festa de casamento em Caná, quando transformou água em vinho. … 

Por meio desse milagre, desejou Cristo ensinar que o vinho não fermentado é muito preferível ao vinho fermentado. Cristo nunca produziu vinho fermentado. O vinho feito naquela ocasião era exatamente igual ao que sai, fresco, do cacho de uvas. Cristo conhecia a influência do vinho fermentado e, ao dar-lhes vinho puro, não fermentado, mostrou a única forma segura de usar o suco da uva. 

Cristo não atraiu a atenção para o Seu ato a fim de receber admiração pública. Desejava ensinar uma importante lição. Não fez nem usou vinho fermentado. … Cristo transformou água em vinho, mas usou vinho fresco das uvas, e nunca algum outro. Ele é nosso exemplo em todas as coisas e, antes de Sua morte, deixou como último legado à Sua igreja o pão, representando Seu corpo oferecido pelos pecados do mundo, e o vinho, representando Seu sangue derramado. Nada se poderia usar, a não ser pão não levedado e vinho sem fermento. Nada se deve usar de natureza fermentada na cerimônia da Santa Ceia, pois o vinho fermentado destruiria o símbolo que representa o sangue de Cristo. Podemos todos considerar essa questão como esclarecida para sempre. 

Cristo operou esse milagre para ensinar ainda outra lição. Não cederia ao inimigo quando tentado a realizar um milagre para suprir Suas próprias necessidades, convertendo uma pedra em pão. Mas por ocasião da festa de casamento, desejou expressar Sua aprovação e simpatia para com os participantes do casamento. Cristo não veio a este mundo para proibir o matrimônio, romper ou destruir o relacionamento e a influência que existem no círculo doméstico. Veio para restaurar, elevar, purificar e enobrecer toda corrente de pura afeição, para que a família na Terra se tornasse um símbolo da família do Céu. No lar cristão, a graça de Deus deve subjugar e transformar o caráter humano, e então a igreja se tornará viva, ativa e laboriosa. Nessas famílias, pode-se muito bem cantar: “Vem, ó Jesus, entre nós morar, seja também Teu o nosso lar.” — Manuscrito 22, 1898.

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