Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Cristo valoriza nossas dádivas

Esse incidente está repleto de instruções. Jesus, o Redentor do mundo, aproxima-Se do momento em que dará Sua vida por um mundo pecaminoso. Quão pouco, entretanto, compreendem até mesmo Seus discípulos daquilo que estão prestes a perder. Maria não racionalizou quanto a esse assunto. Seu coração estava repleto de amor puro e santo. O sentimento de seu coração era: “Que darei ao Senhor por todos os Seus benefícios para comigo?” Salmos 116:12. Aquele bálsamo precioso, como fora avaliado pelos discípulos, nada mais era que uma fraca expressão de seu amor por seu Mestre. Mas Cristo soube valorizar a dádiva como uma expressão de amor, e o coração de Maria se encheu de perfeita paz e felicidade. 

Cristo Se deleitou no sincero desejo de Maria de fazer a vontade de seu Senhor. Aceitou a riqueza da pura afeição que Seus discípulos não entendiam e não podiam entender. … O unguento de Maria foi a dádiva do amor, e isso lhe deu valor aos olhos de Cristo. … Jesus viu Maria retirar-se envergonhada, esperando ouvir uma repreensão dAquele a quem ela amava e adorava. Mas em lugar disso, ouve palavras de condenação. “Por que molestais essa mulher?” disse Ele. “Ela praticou boa ação para comigo. Porque os pobres, sempre os tendes convosco, mas a Mim nem sempre Me tendes; pois, derramando este perfume sobre o Meu corpo, ela o fez para o Meu sepultamento. Em verdade vos digo: Onde for pregado em todo o mundo este evangelho, será também contado o que ela fez, para memória sua.” Mateus 26:10-13. Jesus não receberia nenhuma outra unção, pois se aproximava o sábado e eles guardavam o sábado segundo o mandamento. … O desejo que Maria tivera de realizar aquele serviço por seu Senhor foi de mais valor para Cristo do que todo o nardo e precioso unguento do mundo, porque expressava seu apreço pelo Redentor do mundo. Era o amor de Cristo que a constrangia. … 

Maria, pelo poder do Espírito Santo, viu em Jesus Aquele que viera buscar e salvar as pessoas prestes a perecer. Cada um dos discípulos deveria ter sido inspirado com uma devoção semelhante. — Manuscrito 28, 1897.

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