Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Cristo ofereceu sua vida

Cristo não fora forçado a fazer isso [levar a culpa de um mundo que perecia]. Ele Se apresentara voluntariamente para depor a vida e salvar o mundo. As reivindicações do governo de Deus haviam sido mal compreendidas mediante as enganosas obras e palavras de Satanás, e a necessidade de um mediador foi vista e sentida pelo Pai e o Filho. … 

O universo celeste havia observado com intenso interesse a vida de Cristo — cada passo, desde a manjedoura até à presente cena de solene interesse. Os mundos não caídos observavam o resultado desse conflito. Contemplavam o Filho de Deus, seu amado Comandante, em Sua agonia sobre-humana, aparentemente morrendo no campo de batalha para salvar um mundo perdido. … 

Satanás impunha sobre Ele toda a força de suas tentações. Mostrou diante dEle que o pecado do mundo, tão ofensivo a Deus, era um castigo grande demais. Ele nunca mais seria considerado puro, santo e incontaminado, como o Filho unigênito de Deus. 

Cristo adotava agora uma atitude diferente de todas as anteriores. Até ali, havia permanecido como intercessor em favor dos outros; agora ansiava Ele por um intercessor para Si mesmo. Poderia Sua natureza humana suportar a tensão? Seriam colocados sobre Ele os pecados de um mundo apóstata, desde a transgressão de Adão até o fim do tempo?… 

Na crise suprema, quando coração e alma se rompiam sob o fardo do pecado [do mundo], Gabriel é enviado para fortalecê-Lo. E enquanto o anjo ampara Seu desfalecido corpo, Cristo apanha o amargo cálice e consente em beber-lhe o conteúdo. Diante do Sofredor surge o lamento de um mundo perdido, e dos lábios manchados de sangue brotam as palavras: “Se a raça caída deve perecer, a menos que Eu beba este cálice, faça-se a Tua vontade, e não a Minha.” …

Houve silêncio no Céu. Nenhuma harpa soava. Anjos vêem seu Senhor circundado de legiões de forças satânicas, Sua natureza humana vergada ao peso de misterioso pavor que O fazia tremer. … Fortalecido pelo anjo enviado do Céu, Jesus Se ergue do suor, sangue e agonia e pela terceira vez retorna aos Seus discípulos. … Mas é desapontado. Encontra-os dormindo na hora de Sua mais amarga agonia. E a cena entristeceu os anjos. … A profecia declarara que o “poderoso para salvar” devia pisar o lagar sozinho; “dos povos, nenhum homem se achava” com Ele. Isaías 63:3. — Manuscrito 42, 1897. 

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