Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Como devemos tratar os pobres

Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me (Mateus 25:36).

Não assuma a atitude de quem está demonstrando tolerância ao entrar em contato com famílias pobres. Fale com elas como se fizessem parte da humanidade, assim como você. Elas não possuem luz e alegria suficientes, e por que não lhes proporcionar luz e alegria adicionais que lhes ilumine o caminho e o coração? O que necessitamos é a terna simpatia de Jesus Cristo, para então podermos abrir caminho diretamente aos seus corações. Precisamos vestir-nos a nós mesmos, não com pompa, mas com simplicidade, para que sintam que somos iguais a eles, tendo considerado que eram dignos da salvação, podendo assim abrir caminho para os seus corações.
Ora, irmãos e irmãs, desejamos que seja tirada a dureza de nossa alma e de nossa forma de trabalhar. Podemos educar obreiros em cada igreja. — Manuscrito 10, 1888.
[Jesus] possuía tato para Se aproximar do espírito mais cheio de preconceitos, surpreendendo-o com ilustrações que lhe prendiam a atenção. Por intermédio da imaginação, chegava-lhes à alma. — O Desejado de Todas as Nações, 183.
Não diga uma palavra de desânimo, pois essas palavras agradam a Satanás. Fale da bondade de Cristo e de Seu poder. Palavras de esperança, confiança e encorajamento podem ser facilmente ditas, tanto quanto palavras de reclamação. “Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: Regozijai-vos”. — The Review and Herald, 7 de Abril de 1904.
Ora, quando entramos numa casa, não devemos falar de coisas frívolas, mas ir direto ao ponto e dizer: Eu gostaria que vocês amassem a Jesus, pois Ele os amou primeiro. […] Leve publicações e peçam a essas pessoas que as leiam. Quando virem que você é sincero, não desprezarão nenhum de seus esforços. Há um caminho para alcançar os corações mais empedernidos. Aproxime-se deles com simplicidade, sinceridade e humildade, as quais o ajudarão a alcançar as almas daqueles por quem Cristo morreu. — Manuscrito 10, 1888.

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