Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Co-participantes da natureza de Cristo

Pelas quais Ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que, pela concupiscência, há no mundo. 2 Pedro 1:4.

Que formosura de caráter resplandecia da vida diária de Cristo! Ele é que deve ser nosso modelo. Há grande obra a fazer, em moldar o caráter segundo a semelhança divina. A graça de Cristo tem de moldar o ser todo, e seu triunfo não será completo antes que o universo celestial testemunhe, no comportamento dos filhos de Deus, habitual ternura de sentimentos, amor semelhante ao de Cristo, e obras santas. — The Youth’s Instructor, 3 de Agosto de 1899.

Cada pessoa deve alcançar uma experiência própria. Ninguém pode depender da experiência ou prática de outrem, para salvação. Cada um de nós precisa familiarizar-se com Cristo para poder representá-Lo devidamente ao mundo. “Pelo Seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo dAquele que nos chamou para a Sua própria glória e virtude.” 2 Pedro 1:3. Nenhum de nós necessita desculpar seu temperamento irritável, o caráter malformado, o egoísmo, inveja, ciúmes ou qualquer impureza da mente, do corpo ou do espírito. …

Precisamos aprender de Cristo. Precisamos saber o que é Ele para aqueles a quem Ele resgatou. Temos de sentir que pela fé nEle é nosso privilégio ser participantes da natureza divina, escapando assim da corrupção que pela concupiscência há no mundo. Somos então purificados de todo pecado, de todos os defeitos do caráter. Não precisamos conservar nem uma só propensão pecaminosa. …

Como participantes da natureza divina, hereditárias e cultivadas tendências para o mal são eliminadas do caráter, e somos feitos uma força viva para o bem. Sempre aprendendo do divino Mestre, partilhando diariamente de Sua natureza, cooperamos com Deus em vencer as tentações de Satanás. Deus trabalha, e o homem trabalha, para que este possa ser um com Cristo, como Cristo é um com Deus. Então nos assentamos juntamente com Cristo nos lugares celestiais. A mente descansa com paz e segurança em Jesus. … nEle há inesgotável plenitude. …

Deus nos deu toda facilidade, toda graça. Ele nos proveu as riquezas do tesouro celeste, e é nosso privilégio sacar continuamente deste capital. — The Review and Herald, 24 de Abril de 1900.

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