Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Casa de oração

O pátio do templo estava cheio de gado, ovelhas, bois e pombas. Acima do barulho do mugido do gado, do balido das ovelhas e do arrulhar das pombas, podia-se ouvir a voz dos negociantes, ao oferecerem para a venda animais e aves, ao mais alto preço, para os que tinham vindo à Páscoa oferecer sacrifícios. Jesus disse: “Está escrito: A Minha casa será chamada casa de oração; vós, porém, a transformais em covil de salteadores.” Mateus 21:13.

Esse ato da parte de Cristo foi profundamente significativo, mais significativo do que qualquer dos expectantes poderia compreender. Quando os sacerdotes e fariseus se recuperaram do terror que se havia apossado de suas culpadas almas diante das palavras de Cristo, retornaram ao templo. Não estavam convertidos, nem mesmo humilhados. Decidiram desafiar a Cristo quanto a Sua autoridade para expulsá-los do pátio do templo. Quando chegaram ao templo, descobriram que uma obra maravilhosa havia sido realizada durante sua ausência. Os enfermos e moribundos haviam sido restaurados à saúde. Ficaram espantados, mas não cediam em sua obstinada incredulidade. Já estavam decididos a condenar Cristo à morte, e também Lázaro, que fora ressuscitado dentre os mortos. Sabiam que as pessoas ainda creriam em Jesus enquanto estivesse entre elas alguém que fora por Seu poder ressuscitado dos mortos. 

A evidência que Cristo tinha dado fora calculada para convencer cada mente sincera, mas aquelas pessoas não queriam evidências. O que procuravam era a rejeição e a condenação de Cristo por parte do povo. Toda evidência adicional só aumentava sua aversão por Cristo. Ter a Cristo no mundo realizando Suas maravilhosas obras, tê-Lo vivendo entre o povo a Sua vida de bondade, abnegação e sacrifício, tê-Lo exercendo em favor dos outros a terna compaixão que havia muito desaparecera de suas vidas, era exatamente o que não queriam.

Cristo estava cumprindo a comissão que Lhe fora dada pelo Pai. “O Espírito do Senhor está sobre Mim, pelo que Me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-Me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor.” Lucas 4:18, 19. — Manuscrito 128, 1899

COMENTARIOS RECENTES

    MORADA POSTAL

    Apartado 2400
    1109-001 LISBOA
    Website: http://www.asdmr.org
    Email: Clique aqui
    Este site usa cookies. Ao utilizar o site, está concordar com a utilização que fazemos das mesmas. Quer saber mais sobre cookies?