Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Atividades benevolentes e ao ar livre no sábado

Mês de Agosto –    O sábado e as actividades da igreja.

“O seu falar seja sempre agradável e temperado com sal, para que saibam como responder a cada um.” Colossenses 4:6.

“Essas reuniões interessam de modo especial a alguns que professam ser cristãos e causam uma impressão favorável sobre aqueles que não o professam. Desenvolve-se a confiança mútua e o preconceito é diminuído e, em muitos casos, completamente erradicado. Em consequência há uma ansiedade para assistir às reuniões de sábado. Aí, na casa de Deus, é o lugar de expressar nossos sentimentos denominacionais. Aí o pastor pode demorar-se em esclarecimentos sobre os pontos essenciais da verdade presente, e, no espírito de Cristo, com amor e ternura, apelar a todos sobre a necessidade de obediência a todas as reivindicações divinas, e deixar que a verdade convença os corações.” Conselho sobre Saúde, págs. 246.
“Orai a favor da pessoa que dirigirá a reunião. Orai para que grande bênção advenha à congregação, por meio daquele que deve ministrar a palavra da vida. Esforçai-vos fervorosamente para alcançar vós mesmos uma bênção. Deus abençoará todos quantos dessa maneira se prepararem para o Seu culto, e eles compreenderão o que significa ter o penhor do Espírito, porque pela fé aceitaram a Cristo. A casa de culto poderá ser muito humilde, mas não será por isso menos reconhecida de Deus. Para os que adoram a Deus em espírito, em verdade e na beleza da santidade, será como a porta do Céu. O número de crentes talvez seja relativamente pequeno, mas será muito precioso aos olhos de Deus. Com a marreta da verdade, foram cortados da pedreira do mundo, e levados para a oficina de Deus, para aí serem cinzelados e polidos. Mas embora em estado tosco, ele os considera preciosos. O machado, o martelo e o cinzel da provação são manejados por um Ser perito e usados, não para destruir, mas para conseguir a perfeição de cada alma.” Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 29
“Também tive liberdade especial ao falar duas vezes no sábado. Em cada reunião vários incrédulos estavam presentes, e ficaram muito comovidos ao ser a verdade apresentada.” Testemunhos para Ministros, pág. 240.
“Sinto-me penalizada ao ver quão pouco apreciado é o dom da linguagem. Na leitura da Bíblia, nas oração, ao dar testemunhos nas reuniões, quão necessária é a dicção clara, distinta! E quanto se perde, no culto…, quando o que faz a oração curva a cabeça e fala em voz baixa e fraca! A oração feita assim, será apropriada para o aposento particular, mas não é edificante no culto familiar ou público; pois a menos que as pessoas reunidas ouçam o que se diz, não podem dizer “Amém”. Quase todos são capazes de falar suficientemente alto para ser ouvidos na conversação comum, e por que não hão de falar do mesmo modo quando chamados a dar testemunho ou a fazer oração?” Conselhos aos Pais professores e Estudante, pág. 241.

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