Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

Adão e Eva já conheciam a lei de Deus e o Sábado

“E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a Sua obra, que Deus criara e fizera”. Gêneses 2:2 e 3.

“Ao serem criados, Adão e Eva tinham conhecimento da lei de Deus. Ela lhes estava gravada no coração, e entendiam os direitos que essa lei tinha sobre eles. A lei de Deus existia antes que o homem fosse criado. Era apropriada às condições dos seres santos; os próprios anjos eram regidos por ela. Depois da queda, os princípios de justiça permaneceram imutáveis. Coisa alguma foi tirada da lei; nenhum de seus santos preceitos podia ser melhorado. E, como tem ela existido desde o princípio, assim permanecerá através dos incessantes séculos da eternidade. “Acerca dos Teus testemunhos”, diz o salmista, “soube, desde a antiguidade, que Tu os fundaste para sempre.” Sal. 119:152. Med. Matinais, Filhos e filhas de Deus, pág. 38.

“Foi no sétimo dia que o Senhor descansou. […] Quando a lei foi dada no Sinai, o sábado foi colocado no meio dos preceitos morais, no centro do decálogo. Mas a instituição do sábado não foi feita ali pela primeira vez. O quarto mandamento tem sua origem na Criação. O dia de descanso do Criador foi guardado por Adão, no santo Éden, e pelos homens de Deus na era patriarcal. Durante o longo cativeiro de Israel no Egito, sob o senhorio de homens que não conheciam a Deus, eles não puderam guardar o sábado. Assim, Deus os tirou de lá e os levou a um lugar em que pudessem se lembrar de Seu santo dia.” Med. Matinais, Perto do Céu, pág. 349.

“No Éden, Deus estabeleceu o memorial de Sua obra da criação, depondo a Sua bênção sobre o sétimo dia. O sábado foi confiado a Adão, pai e epresentante de toda a família humana. Sua observância deveria ser um ato de grato reconhecimento, por parte de todos os que morassem sobre a Terra, de que Deus era seu Criador e legítimo Soberano; de que eles eram a obra de Suas mãos, e súditos de Sua autoridade. Assim, a instituição era inteiramente comemorativa, e foi dada a toda a humanidade. Nada havia nela refigurativo, ou de aplicação restrita a qualquer povo.” Patriarcas e Profetas, págs. 47,48.

Adão ensinou a seus descendentes a lei de Deus, e esta foi transmitida de pai a filho através de gerações sucessivas. Mas… poucos houve que as aceitaram e lhes prestaram obediência. Pela transgressão o mundo se degradou tanto que foi necessário, pelo dilúvio, limpá-lo de suas corrupções.

A lei foi preservada por Noé e sua família, e Noé ensinou a seus descendentes os Dez Mandamentos. Como os homens de novo se afastassem de Deus, o Senhor escolheu Abraão, a respeito de quem declarou: “Abraão obedeceu à Minha voz, e guardou o Meu mandamento, os Meus preceitos,
os Meus estatutos, e as Minhas leis.” Gên. 26:5.” Med. matinal A fé pela qual eu vivo, pág. 83.

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