Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

A verdade que eu preciso apresentar às pessoas

Eis que vem com as nuvens, e todo olho O verá, até os mesmos que O traspassaram; e todas as tribos da Terra se lamentarão sobre Ele. Sim! Amém! (Apocalipse 1:7).

A segunda vinda do Filho do homem deve ser o tema maravilhoso a ser mantido perante o público. Este assunto não deve ser omitido de nossos sermões. As realidades eternas devem ser levadas em conta, e as atrações do mundo aparecerão do modo como devem ser, inteiramente inúteis, simples vaidades. Que haveremos de fazer com as vaidades do mundo, seus louvores, suas riquezas, suas honras e seus prazeres?
Somos peregrinos e estrangeiros que aguardamos a bem-aventurada esperança, o glorioso aparecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, e por ele ansiamos e oramos. Se cremos isto e o introduzimos em nossa vida prática, que ação vigorosa não inspirará essa fé e esperança; que fervente amor mútuo; que vida esmerada e santa para a glória de Deus; e no respeito que manifestarmos pela recompensa do galardão, que fronteiras nítidas de demarcação serão comprovadas entre nós e o mundo! — Manuscrito 39, 1893.
Deus pôs sob o Seu domínio os tempos e as estações. E por que Ele não nos deu esse conhecimento? Porque se assim o fizesse, não faríamos uso correto dele. Esse conhecimento provocaria tal estado de coisas entre nós que adiaria grandemente a obra de Deus na preparação de um povo que resista ao grande dia que está para vir. Não devemos nos ocupar com especulações relativas aos tempos e às estações que Deus não revelou. Jesus mandou que os discípulos “vigiassem”, mas não por um tempo pré-fixado. Seus seguidores devem estar na situação de quem espera as ordens do seu comandante; devem vigiar, esperar, orar e trabalhar à medida que se aproxima o tempo da vinda do Senhor; mas ninguém poderá predizer justamente quando chegará esse tempo, porque “daquele dia e hora ninguém sabe”. Vocês não podem dizer que Ele virá daqui a um ano, ou dois, ou cinco anos, nem deverão adiar a Sua vinda ao declarar que não acontecerá antes de dez ou vinte anos. […] Não nos foi permitido saber o tempo exato, nem do derramamento do Espírito Santo, nem da vinda de Cristo. — The Review and Herald, 22 de março de 1892.

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