Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

A semana da criação foi literal e não simbólica como muitos creem hoje – II

“Pela palavra do Senhor foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo espírito da Sua boca.” “Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu.” Salmos 33:6 e 9.

“E Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o sexto dia.” Gêneses 1:31. “É uma das armadilhas de Satanás levar o povo a aceitar as fábulas do ateísmo; pois ele pode assim obscurecer a lei de Deus, em si mesma muito clara, e tornar audazes os homens para se rebelarem contra o governo divino. Seus esforços são especialmente dirigidos contra o quarto mandamento, (o sábado) porque tão claramente aponta para o Deus vivo, o Criador dos céus e da Terra. Ossos de homens e animais, bem como instrumentos de guerra, árvores petrificadas, etc., muito maiores do que qualquer que hoje exista, ou que tenha existido durante milhares de anos, foram descobertos, e disto conclui-se que a Terra foi povoada muito tempo antes da era referida no registro da criação, e por uma raça de seres grandemente superiores em tamanho a quaisquer homens que hoje vivam. Tal raciocínio tem levado muitos crentes professos na Bíblia a adotar a opinião de que os dias da criação foram períodos vastos, indefinidos. Mas, fora da história bíblica, a geologia nada pode provar… Na história do dilúvio a inspiração explicou aquilo que a geologia por si só nunca poderia sondar. Nos dias de Noé, homens, animais e árvores, muitas vezes maiores do que os que hoje existem, foram sepultados, e assim conservados, como prova para as gerações posteriores de que os antediluvianos pereceram por um dilúvio. Era o desígnio de Deus que a descoberta dessas coisas estabelecesse fé na história inspirada, mas os homens, com seus vãos raciocínios, caem no mesmo erro em que caiu o povo anterior ao dilúvio – as coisas que Deus lhes dera como benefício, mudam eles em maldição, fazendo delas mau uso…” Patriarca e Profetas, pág. 113.

“Em afinidade com a teoria relativa à evolução da Terra, há aquela que atribui a evolução do homem, a coroa gloriosa da criação, a uma linha ascendente de microrganismos, moluscos e quadrúpedes. Deveremos nós, para ter o privilégio de delinear nossa descendência pelos microrganismos, moluscos e macacos, consentir em rejeitar a declaração da Escritura Sagrada, tão grandiosa em sua simplicidade: “Criou Deus o homem à Sua imagem; à imagem de Deus o criou”? Gên. 1:27. Deveremos rejeitar aquele relato genealógico – mais nobre do que qualquer que zelosamente se conserve nas cortes reais: “Sete, de Adão, e Adão, de Deus”? Luc. 3:38. Corretamente entendidas, tanto as revelações da ciência como as experiências da vida se acham em harmonia com o testemunho das Escrituras relativo à constante operação de Deus na natureza.” Educação, pág. 130.

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