Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

A promessa do Espírito

E Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade. João 14:16, 17.

Antes de Se oferecer a Si mesmo como a vítima sacrifical, Cristo buscou o mais essencial e completo dom para outorgar a Seus seguidores, um dom que lhes poria ao alcance os ilimitados recursos da graça. “Eu rogarei ao Pai”, disse, “e Ele vos dará outro Consolador para que fique convosco para sempre; o Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não O vê nem O conhece; mas vós O conheceis, porque habita convosco, e estará em vós. Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.” João 14:16-18.

Antes disto o Espírito havia estado no mundo; desde o próprio início da obra de redenção Ele estivera atuando no coração dos homens. Mas enquanto Cristo estava na Terra, os discípulos não tinham desejado nenhum outro auxiliador. Não seria senão depois que fossem privados de Sua presença, que experimentariam a necessidade do Espírito, e então Ele havia de vir.

O Espírito Santo é o representante de Cristo, mas despojado da personalidade humana, e dela independente. Limitado pela humanidade, Cristo não poderia estar em toda parte em pessoa. Era, portanto, do interesse deles que fosse para o Pai, e enviasse o Espírito como Seu sucessor na Terra. Ninguém poderia ter então vantagem devido a sua situação ou seu contato pessoal com Cristo. Pelo Espírito, o Salvador seria acessível a todos. Nesse sentido, estaria mais perto deles do que se não subisse ao alto. — O Desejado de Todas as Nações, 669, 670.

Essa promessa nos pertence agora tão certamente como pertenceu aos discípulos. … Ajoelhe-se cada membro da igreja diante de Deus, e ore sinceramente pela comunicação do Espírito. Clamai: “Senhor, acrescenta-me a fé. Faze-me compreender Tua Palavra; pois a entrada de Tua Palavra dá luz. Refrigera-me pela Tua presença. Enche-me o coração de Teu Espírito.” — The Review and Herald, 10 de Junho de 1902.

Em todos os tempos e lugares, em todas as dores e aflições, quando a perspectiva se afigura sombria e cheio de perplexidade o futuro, e nos sentimos desamparados e sós, o Consolador será enviado em resposta à oração da fé. — O Desejado de Todas as Nações, 669.

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