Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

A perseguição nos primeiros séculos

Quando Jesus revelou a Seus discípulos o destino de Jerusalém e as cenas do Segundo Advento, predisse também a experiência de Seu povo, desde o tempo em que seria tomado deles até ao Seu retorno com poder e glória para libertá-los. Do Olivete, contempla o Salvador as tormentas prestes a abater-se sobre a igreja apostólica e, penetrando mais profundamente no futuro, Seus olhos discernem as ferozes, devastadoras tempestades que fustigariam Seus seguidores nas eras vindouras de trevas e perseguição. … 

A história da igreja primitiva testifica do cumprimento das palavras do Salvador. Os poderes da Terra e do inferno se dispuseram contra Cristo na pessoa de Seus seguidores. … Os cristãos foram privados de suas propriedades e expulsos de seus lares. … Grande número selou seu testemunho com o próprio sangue. … 

Sob a mais feroz perseguição, essas testemunhas de Jesus conservaram sua fé incontaminada. … Com palavras de fé, paciência e esperança, encorajavam uns aos outros a suportar privações e aflições. A perda de todas as bênçãos terrenas não podia forçá-los a renunciar a sua fé em Cristo. Provas e perseguições nada mais eram do que passos que os levavam para mais perto de seu descanso e sua recompensa. …

Foram em vão os esforços de Satanás para destruir a igreja de Cristo pela violência. O grande conflito no qual os discípulos de Jesus entregaram a vida não cessou quando esses fiéis porta-estandartes caíram em seu posto. Mediante a derrota, venceram. Os obreiros de Deus foram mortos, mas Sua obra prosseguiu firmemente. O evangelho continuou a disseminar-se e o número de seus adeptos a aumentar. … Disse um cristão, debatendo com governantes pagãos que promoviam a perseguição: “Podem atormentar, afligir e afrontar-nos. Sua maldade põe à prova nossa fraqueza, mas sua crueldade é inútil. Nada mais é que um convite mais forte para trazer outros à nossa crença. Quanto mais formos ceifados, mais brotaremos de novo. O sangue dos cristãos é semente.” 

Milhares foram encarcerados e mortos; mas outros brotaram para ocupar-lhes o lugar. E aqueles que foram martirizados por sua fé estavam seguros em Cristo, e por Ele considerados vencedores. Combateram o bom combate e deverão receber a coroa de glória quando Cristo voltar. Os sofrimentos que suportaram aproximaram os cristãos uns dos outros e de seu Redentor. — The Spirit of Prophecy 4:39-42. 

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