Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

A obra que a igreja devia estar realizando

Mês de Setembro:

Métodos para alcançar almas

Porventura, não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo, e que deixes livres os quebrantados, e que despedaces todo o jugo? Porventura, não é também que repartas o teu pão com o faminto e recolhas em casa os pobres desterrados? E, vendo o nu, o cubras e não te escondas daquele que é da tua carne? (Isaías 58:6 e 7).

Boas obras, eis os frutos que Cristo requer de nós; palavras bondosas, atos de generosidade, de terno cuidado para com os pobres, os necessitados, os doentes. Quando o seu coração simpatiza com outro coração oprimido de desânimo e desgostos, quando a sua mão se estende em auxílio do necessitado, os nus são vestidos, o estrangeiro é bem-vindo à sua mesa e ao seu coração, os anjos se acham muito próximos; essas ações encontram eco no Céu. Cada ato de justiça, misericórdia, generosidade, repercute melodiosamente no Céu. O Pai contempla de Seu trono os que praticam tais atos de misericórdia, e os conta entre Seus mais preciosos tesouros. “E eles serão Meus, diz o Senhor dos Exércitos, naquele dia que farei, serão para Mim particular tesouro” (Malaquias 3:17). Cada ato de compaixão para com o necessitado, o sofredor, é considerado como sendo feito a Jesus. Quando você acode ao pobre e se compadece dos sofredores e oprimidos, e ampara os órfãos, está se colocando na mais íntima relação com Jesus.
A obra de recolher o necessitado, o oprimido, o aflito, o que sofreu perdas, é justamente a obra que toda igreja que crê na verdade para este tempo devia de há muito estar realizando. Cumpre-nos mostrar a terna simpatia do samaritano em acudir às necessidade físicas, alimentar o faminto, trazer para casa os pobres desterrados, buscando de Deus todo dia a graça e a força que nos habilitem a chegar às profundezas da miséria humana, e ajudar aqueles que absolutamente não se podem ajudar a si mesmos. Isto fazendo, temos favorável ensejo de apresentar a Cristo, o Crucificado. — Serviço cristão, p. 143.

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