Adventistas do Sétimo Dia – Movimento de Reforma

A fé pura e desinteressada

O centurião sentiu sua indignidade. Era um homem de espírito contrito, embora fosse homem de autoridade. Sentiu-se indigno de ter a Jesus Cristo, com Seu poder operador de milagres, sob seu teto, mas tudo o que era essencial seria a Sua palavra, assim como o centurião podia dizer aos soldados que lhe eram subordinados: “Vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto; e ele o faz.” Mateus 8:9. 

Tinha ele confiança até mesmo nas palavras faladas de Cristo para restaurar seu servo. Quando Jesus o ouviu, maravilhou-Se. “Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta.” Mateus 8:10. … 

A nação judaica não quis receber o prometido Messias quando Ele veio exatamente da maneira como as profecias declaravam que Ele viria. Ali estava um homem, não professamente de Israel, que não tivera as oportunidades que Israel havia recebido em abundância, o qual pela fé e apreço por Cristo estava muito adiante do povo de Israel, a quem o Senhor tornara depositário da mais sagrada e preciosa verdade. 

Quem eram realmente os israelitas — judeus ou gentios, bárbaros, citas, escravos ou livres? Jesus “estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dEle, mas o mundo não O conheceu. Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam”. João 1:10, 11. Mas esse romano, um comandante com autoridade, foi a Jesus com a mais sincera súplica em favor de um dos seus servos, paralítico, sofrendo horrivelmente. Aquela fé, em sua simplicidade, era uma fé pura, desinteressada. Ele não pede de Jesus: “Mostra-me um sinal do Céu”, mas roga-Lhe que opere a cura em favor de seu servo sofredor. Conta-Lhe que se sente indigno de recebê-lo sob seu teto. Aquele que habita no alto e santo lugar, veio e habitou com o humilde e contrito de coração. … 

Que o povo receba a luz assim como é apresentada na Palavra de Deus, em verdade, e haverá uma firmeza de propósito que o capacitará a permanecer ereto, com independência moral entre as dificuldades e o perigo. Um caráter é formado, protegido pela verdade — um caráter que faça frente ao dia de prova diante de nós, por mais tenebrosa que seja a pressão, por mais severa a tribulação que o dia da preparação de Deus possa trazer. O princípio da justiça atua de dentro para o exterior e se faz perceptível. — Carta 114, 1895.

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